Sites Otimizados com SEO em 1º no Page Rank

Introdução às Técnicas SEO Meta Tags do HTML
Hierarquia das Tags Otimizando Links
Otimizando textos Técnicas de Link Building
Robots TXT Criando o Sitemap
Indexando no Buscador Yahoo Adicionando Sitemap ao BING e Yahoo
Indexando o site no Buscador do Google Adicionando Sitemap ao Google

Introdução às Técnicas SEO

Os mecanismos de busca possuem resultados pagos e naturais (orgânicos).
O objetivo de SEO é melhorar o posicionamento nas buscas orgânicas, enquanto o objetivo de SEA é comprar tráfego por meio da busca paga.
Estudos mostram que, em média, 88% das buscas resultam em cliques na busca orgânica e o restante nas propagandas.
Portanto, o maior potencial de tráfego ainda está na busca orgânica.

Técnicas SEO - Wagner Ramos Consultor de Marketing Digital

Os Mecanismos de Busca


O objetivo de um mecanismo de busca é responder a uma busca ou pesquisa de um usuário. O mecanismo quer oferecer ao usuário o conteúdo que mais se adequa àquela pesquisa, para que o usuário fique satisfeito e retorne mais vezes. O primeiro passo para que um buscador possa responder a uma pesquisa é ele saber onde existe conteúdo que responda àquela busca. Para isso, os buscadores visitam os websites identificando o seu conteúdo e montam gigantescos índices do conteúdo que existe na internet. Esse processo é conhecido como indexação. Se o seu site aparece nos resultados de um buscador, pode-se dizer que ele foi indexado.

Os buscadores são como uma gigantesca lista telefônica do mundo digital. Cada mecanismo de busca sempre visa ter o maior banco de dados de conteúdo possível, para que possa oferecer as melhores respostas às pesquisas.

Mas, com a grande disponibilidade de conteúdo e informação existente na web, a questão mais importante é como o mecanismo de busca decide qual é o melhor resultado para uma determinada pesquisa e para um determinado usuário.

Para decidir qual é o melhor resultado para uma pesquisa, os buscadores utilizam, principalmente, dois indicadores: relevância e autoridade.

Relevância: O buscador precisa compreender o conteúdo de um site para entender para quais pesquisas esse site é relevante. Por exemplo: Uma página com conteúdo sobre futebol é relevante para pesquisas relacionadas a futebol, mas é irrelevante para pesquisas sobre receitas de bolo.

Autoridade: Depois de compreender quais sites são relevantes para uma pesquisa, o buscador precisa determinar qual deles vai satisfazer mais o usuário. Sendo assim, o buscador agrega diversas informações para definir qual site é uma autoridade no assunto pesquisado.

Esses dois indicadores podem ser divididos em diversos fatores que os buscadores usam para tomar as decisões.

O Google afirma utilizar mais de 200 fatores. Vejamos a seguir alguns:

Fatores de ranqueamento:

Decidir a relevância e a autoridade de um site não é uma tarefa fácil. Para isso, o Google, por exemplo, afirma usar mais de 200 indicadores de qualidade para decidir para cada busca qual o melhor site. Infelizmente, a maioria desses indicadores permanece em segredo. Felizmente, diversos SEOs analisam as correlações entre diversos indicadores e tentam encontrar os fatores que influenciam os buscadores. Um dos estudos mais famosos é o de fatores de ranqueamento, realizado pela agência MOZ. Esses são os fatores e o quanto eles influenciam os rankings do Google:


20,5% — Domain level link metrics

Esse fator mede a quantidade e a qualidade dos backlinks apontados para o domínio do site.
• 19% — Page-level link metrics

Esse fator mede a quantidade e a qualidade dos backlinks apontados para a página do site que está aparecendo para aquela busca.
• 15% — Page-level Keyword & Content-Based

Esse indicador cobre a relevância da palavra-chave buscada na página específica que está sendo ranqueada.
• 9% — Page Level Keyword Agnostic Features

Esse indicador inclui fatores como: Conteúdo único e qualidade do conteúdo dentro da página.
• 8,8% — Domain Level Brand Metrics

Esse indicador mede o quanto a marca do site é conhecida por meio de fatores como o volume de busca dessa marca, a quantidade de vezes que ela é citada por outros sites e também a sua presença nas redes sociais.
• 8,3% — User Usage & Traffic/Query Data

Esse indicador é de grande importância para que os SEOs entendam que é necessário desenvolver um site que torne os usuários satisfeitos. Os buscadores levam em conta, por exemplo, quando um usuário entra em resultado da busca e depois pressiona o botão voltar, voltando para ver outros resultados da busca. Isso geralmente indica que o usuário não ficou satisfeito com o conteúdo encontrado e voltou para buscar o que deseja em outros sites. Sites com alta taxa de rejeição tendem a perder posições.
• 7% — Page Level Social Metrics
O impacto dos indicadores sociais sobre os rankings dos buscadores ainda é pequeno, porém esse indicador vem crescendo e tende a se tornar cada vez mais importante.
• 6,7% — Domain Level Keyword Usage

Esse indicador cobre a relevância da palavra-chave buscada no site todo.
• 5% — Domain Level Keyword Agnostic Features

Inclui fatores como se o site possui um conteúdo único e de qualidade e outros indicativo de que esse não é um site SPAM.

O trabalho de um SEO, portanto, é o de criar sites com conteúdo relevante e tornar esse conteúdo reconhecido como autoridade no assunto que se propõe.

As técnicas de SEO se dividem em dois tipos:

Otimização on-page: São as otimizações que visam tornar o site mais relevante.
Otimização off-page: As técnicas utilizadas para aumentar a autoridade de um site.

Tipos de Técnicas SEO - Curso  Lucro Web

A pirâmide de SEO resume as atividades de otimização e mostra a sequência em que elas devem ser planejadas e realizadas.

A Pirâmide SEO - Cursos Lucro Web
As atividades da base da pirâmide devem ser as primeiras a serem planejadas, porém isso não significa que são as mais importantes dentro de SEO, pois a importância tende a variar de acordo com o tipo de site: Um site de notícias, por exemplo, exigirá muito mais trabalho para a geração de conteúdo de qualidade.

Os dois primeiros estratos da base são referentes à otimização on-page, enquanto os dois superiores são parte da otimização off-page.

Intenções de busca:
Para que um site seja bem otimizado, é preciso planejar claramente o seu objetivo, conhecer o público-alvo e entender como esse público utiliza o mecanismo de busca. Esse exercício pode parecer muito teórico, entretanto é fundamental para que o planejamento do conteúdo seja consistente e que o resultado final do site agrade aos usuários e, consequentemente aos mecanismos de busca. Para facilitar a compreensão de como as pessoas realizam buscas nos mecanismos, podemos dividir as buscas em três grandes tipos baseados nas intenções dos usuários:

1. Pesquisa navegacional: São caracterizadas pelas consultas que as pessoas realizam com o objetivo de encontrar um site especifico para navegar. Exemplo: Por exemplo, quando o usuário deseja acessar o facebook.com e, para isso, digita: “facebook” na busca.
As buscas navegacionais são importantes para o próprio site que está sendo buscado. Por isso, é essencial que você esteja em primeiro lugar no resultado para a sua própria marca.

2. Pesquisa informacional: São as consultas realizadas para encontrar informações. Nesse tipo de busca, o usuário geralmente não está procurando um site específico e nem mesmo tem interesse de realizar uma compra ou transação como resultado dessa pesquisa. Exemplo: “Decoração de sala de estar”, “Como perder peso rápido” ou “que horas é o jogo de futebol?” representam o maior volume de consultas realizadas pelas pessoas. Os sites que mais tiram proveito das pesquisas informacionais são os portais de conteúdo e notícia. É possível adquirir uma grande audiência vinda de pesquisas informacionais, porém esse tipo de tráfego é difícil de monetizar, porque geralmente as pessoas estão buscando ler uma notícia ou aprender algo, e não estão com o desejo latente de realizar uma compra ou transação. A concorrência nesse tipo de busca envolve grandes sites e portais como a Wikipedia e os maiores provedores de conteúdo.

3. Pesquisa transacional: Esse tipo de pesquisa é realizado quando o usuário possui uma intenção de compra ou de realizar alguma transação. Alguns exemplos são: “comprar televisão”, “ofertas de carro”. Essas buscas possuem um grande valor por serem um grande indicativo do interesse de aquisição do usuário. Diferentemente de situações em que as pessoas são impactadas por uma propaganda, na busca transacional o próprio consumidor tem a atitude de buscar o produto.

Esse caso também é conhecido comopull-marketing. As buscas transacionais podem ser divididas em:

Branded search:
Buscas que incluem uma marca ou loja específica. Exemplo: “Comprar TV Samsung”.
Non-branded search: Buscas que expressam uma intenção de aquisição sem marca. Exemplo: “Comprar televisão barata”.

Esse tipo de busca costuma ser extremamente concorrida tanto na busca orgânica quanto na paga, porque o seu retorno geralmente também é maior em termos de conversão do objetivo da empresa.
Depois de compreender qual é a intenção do usuário quando busca o conteúdo que você pretende desenvolver, fica muito mais fácil desenvolver uma estratégia de conteúdo adequada. Na área de SEO, uma das frases mais comuns é “o conteúdo é rei”. A informação é o principal produto de SEO e, por isso, ela deve ser utilizada com maestria.

O seu site precisa de conteúdo de qualidade e original. NUNCA se deve duplicar conteúdo na mesma página e nem ficar repetindo infinitas vezes a mesma palavra, nunca copiar de outros sites e nem duplicar textos do próprio site. Conteúdo duplicado faz com que o site seja visto como um site de baixa qualidade ou, muitas vezes, faz com que o conteúdo nem sequer seja indexado.

— Ferramenta para verificar conteúdo duplicado: clique aqui

Além de um conteúdo original, é preciso também oferecer um conteúdo que o público ache interessante. A forma mais fácil de atingir o público é compreender qual a demanda por informação já existente e, a partir disso, desenvolver o conteúdo:

Passo 1 — Compreender O QUE e COMO as pessoas buscam

O Melhor Conteúdo para SEO - Cursos Lucro Web

Você pode escrever o melhor texto sobre “resfriadores de alimento” da internet, mas ninguém está buscando isso. Ao mesmo tempo, mais de 1 milhão de pessoas estão pesquisando sobre “Geladeira”.
Uma parte importante de SEO é o planejamento de conteúdo. É preciso decidir quais conteúdos serão criados e quais palavras-chave se deseja focar. Isso geralmente é conhecido como Keyword Strategy. Para planejar o conteúdo, é preciso realizar uma pesquisa de palavras-chave para descobrir o volume de busca de uma determinada palavra. A ferramenta mais comum para essa pesquisa é o Keyword Planner do Google Adwords:

Google AdWords


Google AdWords - Cursos Lucro Web

Essa ferramenta mostra o volume de busca das palavras-chave que você escolher. Esse volume é obtido pela média de pesquisas mensais dos últimos doze meses. Baseando-se nessa média, é possível estimar o potencial de tráfego que essa palavra-chave gerará nos próximos meses. Em geral, sempre é interessante focar em palavras-chave com alto volume de busca para desenvolver o seu conteúdo.

Apesar disso, no planejamento do conteúdo também é preciso levar em conta quem são os concorrentes por determinada palavra-chave e também o tipo de busca (transacional, navegacional e informacional).

É comum focar nas palavras-chave com maior volume, mas você não pode desprezar palavras-chave com duas ou mais palavras que tenham um volume de busca razoável. Assim como muitas pessoas pesquisam “perfume” no Google, inúmeras outras pesquisas relacionadas possuem um volume de busca significativo como: perfumes importados, perfumes femininos, masculinos.

As variações somadas podem trazer um tráfego maior do que a própria palavra foco. Esse efeito deriva de um conceito conhecido como cauda longa, popularizado pelo livro de mesmo nome de Chris Anderson e muito utilizado em diversas áreas, inclusive SEO.

Outra ferramenta útil para o planejamento de conteúdo é o Google Trends (Clique para conhecer). Essa ferramenta é eficaz principalmente para palavras-chave que tendem a variar de acordo com a época. Para palavras-chave sazonais como “Dia dos pais”, você pode se planejar pesquisando no Google Trends a data em que os usuários geralmente começam a realizar pesquisas relacionadas ao Dia dos pais. Assim, você pode se antecipar e gerar conteúdo para essa palavra com antecedência.


Google Trends - Cursos Lucro Web

Passo 2 — Oferecer o conteúdo de forma amigável ao leitor e aos mecanismos de busca

Além de desenvolver um site com informação de qualidade, é preciso estruturar a informação de modo fácil para que os mecanismos de busca possam identificar o que é realmente importante no seu site.

A tag de título "title" informa tanto aos usuários quanto aos mecanismos de pesquisa qual o tema de uma determinada página. A tag < title> deve ser colocada dentro da tag <head> do documento HTML. Você sempre deve criar um título único para cada página do seu site. O conteúdo da tag de título geralmente aparecerá na primeira linha dos resultados da busca.
Número máximo de caracteres do título
Geralmente, os mecanismos de busca mostram um número de caracteres limitados em seus resultados. Se o título ultrapassa o limite, ele aparece com “…”. É essencial que a palavra-chave principal da sua página apareça no início do título e a recomendação é que ele não ultrapasse 65 caracteres. Veja a recomendação de tamanhos dos principais buscadores:

Buscadores da Internet - Cursos Lucro Web

Considerações Importantes

Sempre colocar a palavra-chave no início, ou o mais cedo possível e, se parecer natural, repita a palavra-chave ou coloque um sinônimo. Exemplo: “Chuteira Nike Total 90 em Oferta – Compre Agora | Nome do site”. Quando a palavra-chave que está no título é exatamente a mesma que o usuário digitou, ela aparecerá em negrito no resultado, o que chama mais a atenção.

Quando houver, utilize os termos que especificam a palavra-chave: Móveis “para sala”, Decoração “para banheiro”. Isso é importante para atingir palavras-chave menos concorridas e aumentar a variação de palavras-chave em seu site. É interessante criar uma página para cada variação. Por exemplo, criar uma página focando “Móveis” e outra focando “Móveis para Sala”. Você pode escolher separar a palavra-chave foco do restante do seu título, por exemplo: “Móveis para Sala: Como decorar a sua sala sem gastar muito”.

É essencial que o título descreva bem o conteúdo da sua página. Um título escrito apenas para iludir os buscadores deixará os usuários que acessarem a página insatisfeitos e não levará ao sucesso no longo prazo.

Meta-description: Tag de descrição da página

A tag de descrição <meta name=”description”> é uma parte do código HTML (na maioria dos programas de blogs, há sempre um espaço pré-determinado para reescrever as tags mais importantes de SEO. Pesquise no programa que você está usando sobre como alterar essas tags.

Para usuários com nível médio ou avançado de HTML, é possível alterar as tags diretamente no código do site). Essa tag dá ao Google e outros mecanismos de pesquisa um resumo do assunto dessa página.

Enquanto o título da página consiste em uma palavra ou frase, a meta tag de descrição poderia ser uma frase ou duas com no máximo 156 caracteres no total.

A tag de descrição não é obrigatória e nem ajuda a ranquear melhor.

Ela serve apenas para que o usuário entenda um pouco mais do conteúdo do seu site e decida clicar.

Caso você não escreva uma descrição, o Google tentará escrever uma automaticamente a partir do conteúdo da sua página.

Além disso, dependendo da busca realizada pelo usuário, o Google também reescreverá a descrição para mostrar o conteúdo mais relacionado com a palavra buscada.

Para otimizar a descrição, é importante:

• Escrever uma descrição original para cada página do seu site. Se o seu site tiver uma quantidade muito grande de páginas, pode se tornar impossível escrever manualmente todas as descrições.
  Nesse caso, você pode criar uma fórmula automatizada que combine algumas partes do título com outros complementos de seu interesse.
• Ter foco no leitor, explicar claramente do que se trata o texto.
• Terminar com Call-to-action: Chame o usuário para entrar no site: “Veja mais, compre agora, registre-se, ganhe descontos…”
Exemplo de meta description: “Compre Chuteira Nike Total 90 em até 12x sem juros no Nome do Site.

Encontre as melhores marcas Nike com Frete e Troca Grátis para todo o Brasil”.
Criar categorias e nomes descritivos bem determinados e utilizar palavras-chave nas URLs das páginas em seu site pode ajudar a manter seu site mais bem organizado e também pode levar a um melhor rastreamento pelos mecanismos de pesquisa.

A URL de uma página também é exibida como parte de um resultado de pesquisa no Google, abaixo do título. Tal como o título e a descrição, as palavras da URL no resultado de pesquisa aparecem em negrito quando elas fazem parte da consulta do usuário.

Para que os mecanismos de busca possam encontrar e entender melhor o conteúdo de uma página, é importante que a URL seja legível e contenha a palavra-chave. Isso também é importante para os usuários compreenderem a URL. Para isso, é necessário evitar URLs dinâmicas, que são aquelas geradas automaticamente pelos sistemas com códigos que não formam palavras. Ao invés disso, é melhor utilizar URLs estáticas, como: “www.seusite.com.br/palavra-chave”. A maioria dos sistemas atuais de blogs já faz isso automaticamente.
Evite escolher nomes genéricos para suas páginas como “pagina1.html”. Utilize diretórios para categorizar as suas páginas e estruturar seu site. Exemplo: “www.seusite.com.br/tenis/tenis-nike-54”. Assim, todas as páginas da categoria tênis estarão abaixo da URL /tenis.

Disponibilize apenas uma URL para cada página — É extremamente importante que uma página só possa ser acessada por uma URL única. Caso contrário, duas páginas idênticas serão geradas, causando o problema de conteúdo duplicado, que é um dos piores problemas em otimização on-page. Se você encontrar o mesmo conteúdo em seu site por mais de uma URL diferente, crie um redirecionamento 301 apontando para a URL que deseja manter.
Evite:
*deixar páginas idênticas nos subdomínios e no diretório raiz (por exemplo: “dominio.com.br/pagina.htm” e “sub.dominio.com.br/pagina.htm “) com o mesmo conteúdo.
* misturar versões de URL com e sem www. em sua estrutura de links internos.
* utilizar URLs em caixa alta (muitos usuários preferem URLs escritas em minúsculas e se lembrarão delas mais facilmente)
Dentro de uma página HTML, as tags de cabeçalho são utilizadas para apresentar a estrutura da página para os usuários e mecanismos de busca. Existem seis tamanhos de tags de cabeçalho, começando com <h1>, a mais importante, e terminando com <h6>, a de menor importância. Tags de cabeçalho aumentam o tamanho da fonte, o que ajuda os usuários a perceber a importância do texto contido nelas e colabora para a compreensão do conteúdo que vem logo após ele. Utilizar tags de cabeçalhos de diversos tamanhos criando uma ordem hierárquica ajuda a estruturar o seu conteúdo e torna mais fácil para os usuários navegarem pelo seu documento.
Comparando com uma reportagem de jornal, a tag H1 seria o título da notícia. No título principal (h1), sempre se deve utilizar a palavra-chave principal do texto. Sempre que possível no começo do título, ou mais perto do começo.
Muitos sites utilizam o mesmo texto para o meta title e para o H1. Essa é uma prática comum, porém não é obrigatória.
Só se deve utilizar uma tag H1 por página.
Exemplo de H1: “Carrefour — Ofertas atuais e encartes do supermercado Carrefour”.
Você pode utilizar as tags de hierarquia sempre que achar natural e importante para os usuários. As tags H1 e H2 são importantes para a otimização do conteúdo para os mecanismos de busca. É muito importante colocar as palavras-chave que desejar nessas tags. Comparando com uma reportagem, o H2 seria a chamada e o subtítulo de cada parte seção da reportagem.
Exemplo de H2: “Hipermercado Carrefour — celulares, eletrodomésticos e alimentícios com os melhores preços”.
Keywords no corpo do texto
Você também deve utilizar a keyword foco e variações da palavra-chave no corpo de seu texto. É importante utilizar as palavras-chave de modo natural a fim de evitar Keyword Stuffing, que é o uso excessivo de palavras-chave em um texto com o objetivo de “enganar” os mecanismos de busca. Essa técnica foi muito utilizada no passado, mas atualmente ela é facilmente identificada como SPAM pelos buscadores.
Tag b — Utilizar negrito em 2% do texto
• Quando utilizamos negrito em uma palavra, os mecanismos de busca entendem que aquele termo é importante. Isso também torna a leitura mais rápida, principalmente para as pessoas que fazem uma leitura dinâmica.

• Coloque palavras-chave e termos importantes em negrito com <b> e NÃO com <b>. Isso é padrão em sistemas como WordPress, mas, na maioria dos outros, o negrito ainda é <b>.

Imagem também é conteúdo

Imagem também é Conteúdo - Cursos Lucro Web

Diversas pesquisas trarão sugestões de imagens como resultado. Mas, infelizmente, o Google ainda não sabe ler imagens muito bem.

Por isso, temos que dizer para ele o que a imagem significa.

• O nome do arquivo e o título devem conter a palavra chave e o alternate text (alt text) deve explicar exatamente o que é a imagem
Nunca esquecer o alternate text. Ele é o texto que aparece antes da imagem ser carregada, ou quando ela não pode ser carregada. Além disso, é outra oportunidade para otimizar a palavra-chave. Outra razão é que, se você estiver usando uma imagem como link, o texto alternativo dessa imagem será tratado de maneira similar ao texto âncora de um link de texto.
• Salve o arquivo já com a palavra-chave. Sempre prefira hífen a _ “underline”.
• Evite utilizar nomes genéricos como “imagem1.jpg”, “foto.gif”, “1.jpg” quando possível.
Após gerar um conteúdo original e relevante dentro de seu site, para que o seu conteúdo esteja nas melhores posições dos buscadores, é preciso que ele seja considerado pelos buscadores uma autoridade no assunto relevante. As referências e links de outros sites servirão de indicador para o buscador decidir se o seu site é uma autoridade. As atividades para melhorar esse indicador são conhecidas como otimização off-page e podem ser divididas em: link building, social media marketing e social bookmarking. Essas técnicas ajudarão o seu site a ter mais exposição em outros sites, blogs e portais e também a melhorar seus rankings na busca e o seu pagerank.
O pagerank é um indicador gerado por um algoritmo de análise de links inventado pelo Google. O pageRank varia de 0 a 10 e mede a quantidade e qualidade de links apontados para uma determinada página da Web. De forma geral, quanto maior o pagerank de uma página, maior a autoridade dessa página.
O Google afirma que, atualmente, o PageRank não é mais usado como indicador em seus rankings, mas, apesar disso, sabemos que a quantidade e qualidade de links ainda possui uma grande influência nos rankings desse buscador, portanto o Pagerank ainda é uma das métricas mais utilizadas pelos SEOs. Existem vários sites em que você pode conferir o pagerank do seu site como por exemplo: “prchecker.info”.

A mais importante atividade de otimização off-page ainda é o link building. Essa técnica tem como objetivo conquistar links externos (backlinks).

Comparando com uma votação, cada site precisa ter mais votos do que os concorrentes para ser o candidato ideal a primeiro no ranking de uma busca.

Os votos na internet são os links de outros sites e a atividade de link building é como convencer outros a votar em seu site.
Considerações avançadas sobre link building

Essas são algumas considerações da agência DP6 de SEO, analisando aspectos mais avançados e complexos de Link Building.
Quanto mais perto do topo um link ficar maior será a chance de ele ser lido pelos robôs de busca na hora da “varredura” e maior a sua importância.
O link será mais relevante se colocado dentro do corpo do texto da matéria/artigo. Link na lateral, rodapé ou no cabeçalho são menos relevantes.
O link fora de seu site (que chamamos de externo, ou backlink) tem mais relevância ao apontar para suas páginas do que um link com mesmo domínio (conhecido como link interno). Os buscadores veem da seguinte forma: Linkar para páginas de mesmo domínio não é tão reconhecedor como uma página receber um link de uma página de outro site.
Dentro de tags noscript, seu link terá pouca relevância (ou provavelmente nenhuma) já que esse tipo de linguagem não é muito amigável aos buscadores. Grande parte do conteúdo dentro dessas tags passa despercebida.
Na estrutura de um link, perceba se existe o atributo rel=”nofollow”. Quando o link está configurado dessa maneira, ele não passa autoridade. Contudo é recomendável pelo próprio Google que links pagos, como banners em seu site, apresentem o rel=”nofollow”. Caso não seja um link comercial, retire o atributo nos links internos de seu site.
Evite ter uma página sua linkada em páginas que apontam para SPAMs ou que sejam linkadas por eles. Essas páginas podem prejudicar seu site de maneira significativa já que os buscadores observam a “vizinhança” dos links ao analisar sua página.
A autoridade que uma página pode passar é distribuída pela quantidade de links dentro dela apontando para outras páginas. Veja esse exemplo: duas páginas A e B possuem mesma autoridade (x) a ser passada. A primeira página aponta para seu site e para mais um (ou seja, 2 links no total) e a segunda página aponta para seu site e mais 4. A relevância real que a página A passará para seu site se linkar uma página sua é de x/2 e da página B é x/5.
Para links internos, é interessante usar o atributo title, que pode ser uma breve descrição do que se espera ao clicar no link. Use também as principais palavras-chave no atributo.
Antes de pedir um link para um site, perceba se a página está indexada nos buscadores. De nada adiantará receber um link de uma página não indexada e sem links apontando para ela. Para ver se a página está indexada use o parâmetro “site:” mais a no campo de busca do Google. Ex.: site:http://www.seusite.com.br. Para ver se a página tem link apontando para ela digite “link:” mais a no campo de busca: Ex.:link:http://www.seusite.com.br
Um dos modos mais simples de conseguir alguns links iniciais, é listar o seu site em diretórios. Diretórios de sites são sites na Internet que funcionam como uma biblioteca: possuem várias seções organizadas por tópicos, categorias e subcategorias. Incluir um site em um diretório é como incluir um livro em uma biblioteca: você escolhe o tema e a categoria que melhor se aplicam e deixa o livro catalogado da maneira correta, tal como o site.
Um exemplo de diretório é o http://novobr.com/. Você pode cadastrar um usuário e pedir para listar o seu site em uma das categorias específicas desse diretório.
O cadastro em diretórios garantirá alguns links iniciais para o seu site, porém esses links não possuem grande qualidade, portanto você não deve dedicar muito tempo a eles.

Comentários em blogs, fóruns e outros sites

Você pode comentar em blogs que tenham relação com o seu site e no final deixar um link do seu site como referência.

Essa técnica pode ajudar a aumentar a autoridade de seu site, porém, como ela já foi muito utilizada por spammers, acabou perdendo credibilidade junto aos buscadores.

Essa técnica deve ser utilizada com parcimônia e somente quando você acreditar que os links estão colocados em sites realmente relacionados ao seu conteúdo e que podem também levar tráfego ao seu site e, possivelmente, gerar outras divulgações
Link bait é uma técnica que foca na criação do conteúdo com boa pesquisa e boa implementação, que resulta em material extremamente interessante, educativo ou divertido.

Pode vir em diversas formas, como infográficos, vídeos ou um post em um blog com verdadeiro valor informativo, para atrair pessoas e outros sites para linkar para este conteúdo.

Esse método pode ser feito em três passos simples:

1. Faça um levantamento completo do assunto escolhido e pesquise sites que poderiam se interessar em compartilhar esse conteúdo;

2. Escreva ou crie o conteúdo. A chave para um link bait bem-sucedido é a intenção de informar. Não precisa necessariamente gerar polêmica. Você apenas deve fazer com que seja relevante e focar no objetivo, que é sempre ir além das expectativas dos leitores.

3. Quando o conteúdo estiver no ar, comece a buscar e contatar seus possíveis disseminadores (de preferência por e-mail ou redes sociais) para saber se eles estariam interessados em compartilhar seu conteúdo. Também é importante promover seu material onde e quando for possível, seja em tópicos relevantes em fóruns, sites de perguntas e respostas e nas suas redes sociais pessoais.
Esta é uma técnica moderna de link building, em que a campanha tem como foco acionar emoções e necessidades de uma audiência pré-determinada, simplesmente dando incentivos para ganhar links.

Como se tornar um imã de links?

Vá fundo e seja criativo o suficiente para saber mais sobre sua área.

Pesquise as maiores necessidades do mercado e, então, desenvolva soluções que recompensem o usuário que vai linkar para seu site.

A identidade da sua marca é um dos principais fatores para se tornar um imã de links, porque é a forma mais fácil de atrair atenção, então aproveite isso também.
Existem duas formas de gerar links mais naturais trocando publicações entre sites.

Fazer guest posts (posts como convidado) em outros sites permite que você consiga links de sites relevantes.

Mas é melhor se ater àqueles que possuem melhor pagerank e melhor tráfego que o seu. Vantagens: passa pagerank para seu site, melhora seu ranking de palavras-chaves, divulga sua marca e gera tráfego relevante do site de origem.
Convidar blogueiros influentes do seu nicho para escrever no seu site.

Os guest bloggers, ou blogueiros convidados, geralmente promovem seu conteúdo nas próprias redes e linkam para seu texto no próprio blog, que dará a você a chance de conquistar os leitores dele e também aumenta a chance de compartilhamento do seu post.

Você também ganha ótimo conteúdo para oferecer a seus leitores e seguidores.
Prêmios atraem links. Seja esperto e inclua táticas de link building nos mecanismos e no critério do concurso para gerar links naturais.

Um concurso de guest blogging é um dos mais comuns hoje em dia para uma competição e pode trazer muitos benefícios para o site original, como:

• links postados pelos candidatos ajudam a promover a inscrição para o concurso, que gera mais tráfego.
• construir relações com os participantes e com os patrocinadores do concurso.
• ter mais conteúdo de qualidade no seu site.
• é uma situação em que todos ganham: você ganha tráfego e links, seus patrocinadores ganham mais exposição para a marca e os candidatos ganham prêmios.
• mais interatividade com o usuário, que pode ajudar seu site a melhorar o fator confiança e aumentar visibilidade.

Como medir e acompanhar os resultados?

Agora você já conhece os principais temas de SEO e pode começar a otimizar sites ou criar seu próprio site aplicando as melhores técnicas.

Mensurar o resultado é muito importante para saber se o trabalho foi feito corretamente e também para identificar possibilidades de melhoria.

Uma das ferramentas mais usadas para mensurar o tráfego de um site é o Google Analytics (Clique para conhecer).

Você precisará ter acesso ao código-fonte de seu website. Inscreva seu site no Google Analytics e siga as instruções do site para implementar um script no código-fonte de seu site e ele já começará a mensurar suas visitas e outras informações de tráfego.

O Google também oferece uma ferramenta mais avançada chamada de Webmaster Tools (Clique para conhecer). São diversas ferramentas e informações para melhorar o conteúdo e a autoridade de seu site.

Majestic SEO (Clique aqui)
Ahrefs (Clique aqui)
Searchmetrics: Clique aqui)
Bônus: Black Hat SEO — Come to the dark side

As técnicas listadas até agora no curso são conhecidas como White Hat SEO. Essas são técnicas baseadas em melhorar o site pensando em primeiro lugar no usuário.

Existe outra área de SEO que se baseia em utilizar técnicas que tentam enganar buscadores a fim de ganhar rankings rapidamente.

Essas técnicas tendem a ser consideradas SPAM e são fortemente combatidas pelos mecanismos de busca.

Você não deve utilizar nenhuma dessas técnicas se desejar investir no desenvolvimento de um site em longo prazo.

Você pode estudar essas técnicas como forma de evitar fazer alguma delas sem saber dos riscos.

Se você decidir seguir as técnicas de Black Hat, é importante estudar os riscos a fundo, portanto, apenas citarei aqui as principais técnicas usadas: Cloaking, Page Hijacking, Cookie hijacking, Cookie Stuffing, Mirror Websites, Sybil Attack, Hidden text, Doorway Pages, Invisible links, Scraping, Link farm, Auto Anchor text, Spam commenting, Throw away domains, Domain grabbing.

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